Governo decreta estado de emergência na Saúde do Distrito Federal
O caos na saúde do DF fez o governador Ibaneis Rocha decidir decretar estado de emergência na área. O decreto será assinado nesta segunda-feira (7/1), durante lançamento do programa SOS DF Saúde e vai permitir ao GDF contratar serviços e comprar insumos sem licitação, chamar concursados e ampliar a carga horária dos servidores. A estratégia também foi utilizada pelos ex-governadores Agnelo Queiroz (PT) e Rodrigo Rollemberg (PSB).
Um dos obstáculos mais comuns nas unidades de saúde é falta de manutenção, responsável por deixar prédios em situação decadente e equipamentos importantes escanteados, como monitores cardíacos, ecógrafos e camas elétricas. Alguns locais se encontram em tal estado de ausência de cuidados que desafiam as regras vigentes, além de colocar em xeque a saúde dos pacientes.
A falta de médicos no Hospital Regional de Ceilândia (HRC) — problema comum a praticamente todas as unidades de saúde do Distrito Federal — prejudica os usuários e dificulta a recuperação dos pacientes.
A falta de anestesistas limita, e não raro impede, a realização de cirurgias ortopédicas. Sem leitos para onde possam ser alojados, corredores se transformam em enfermarias para abrigar pessoas em recuperação.
Outro drama é a falta de pediatras, que compromete o atendimento aos pequenos em épocas de grande demanda, como a seca brasiliense, quando aumentam os casos de doenças respiratórias.
Com informações do Metrópoles
Um dos obstáculos mais comuns nas unidades de saúde é falta de manutenção, responsável por deixar prédios em situação decadente e equipamentos importantes escanteados, como monitores cardíacos, ecógrafos e camas elétricas. Alguns locais se encontram em tal estado de ausência de cuidados que desafiam as regras vigentes, além de colocar em xeque a saúde dos pacientes.
Hospital Regional de Ceilândia
A falta de médicos no Hospital Regional de Ceilândia (HRC) — problema comum a praticamente todas as unidades de saúde do Distrito Federal — prejudica os usuários e dificulta a recuperação dos pacientes.
A falta de anestesistas limita, e não raro impede, a realização de cirurgias ortopédicas. Sem leitos para onde possam ser alojados, corredores se transformam em enfermarias para abrigar pessoas em recuperação.
Outro drama é a falta de pediatras, que compromete o atendimento aos pequenos em épocas de grande demanda, como a seca brasiliense, quando aumentam os casos de doenças respiratórias.
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Reviewed by Douglas Protázio
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segunda-feira, janeiro 07, 2019
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